O horizonte

folha em branco

Uma folha em branco. Como esse texto, o Vasco precisa partir do zero no ano de 2015. Não há tempo nem necessidade de um balanço de 2014. Vamos pular essa parte. Foram 12 meses de limbo e com uma final de carioquinha para questionar ainda a fé em nossas respectivas crenças. Como, infelizmente, nunca aprendemos com nossos erros, duvido que as lições desse ano que acaba, serão realmente usadas pela nova “velha” diretoria.

Falando em diretoria, os pés no chão nesse inicio dos trabalhos chama positivamente a atenção. Se foi algo planejado ou não, aí é outra história. A menção do nome “Celso Roth” me apavorou mas espero que seja apenas um falso alarde da mídia.

Doriva, o “chosen one”, terá trabalho. Tanto dentro como fora do campo. As coisas ocorrem de forma diferente na Colina, especialmente com rédeas sendo tocadas por Dr. Miranda. Ao mesmo tempo, por ninguém muito bem saber o que ele pode fazer, o técnico tem o beneficio da dúvida o que alimenta nossos sonhos infantis. O que convenhamos não é muita coisa.

Ouvindo uma entrevista no rádio, um membro da diretoria comentou que dificilmente aproveitará garotos da base no time principal. Sem nenhuma explicação…e comemorada pelo comentarista que quando eu era criança já era conhecido por amar o trabalho de Eurico Miranda.

Outro detalhe diferente é que, até agora, não houve apresentação de nenhum jogador. Com o relato do dirigente acima, pode-se esperar as xepas de times pequenos além de jogadores desconhecidos.  O retorno de Barbio e Bernardo não anima também. É Doriva, bem vindo ao clube.

O vazio pode ser preenchido de muitas formas. Com esperança ou descrédito. É a famosa metáfora do copo meio cheio/vazio. Não dá para saber como será 2015. Com certeza Doriva e cia precisam estar preparados para lidar com uma torcida irritada, com uma diretoria com bastante ego e pouco dinheiro para contratações. Que os pés no chão nos de equilíbrio pelos próximos 365 dias.

Acelera, esperança!

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Início de agosto, a proximidade das eleições deixava o Vasco em alvoroço. Eram grandes as chances de que Eurico Miranda e seu fracassado modelo de gestão voltassem. Não havia notícia sobre o clube que não trouxesse algo sobre a política.

Os fóruns de discussão virtuais, as entradas nos jogos, os programas esportivos, tudo, enfim, respirava processo eleitoral. A oposição a Eurico, ainda que tardia, tentava fazer de Julio Brant a via possível para o soerguimento da instituição e lutava, com acusações sérias e comprovadas, pela remarcação de uma nova data. Continuar lendo

Dias melhores…

vascoplacar

Após o jogo sofrível do Vasco contra o “poderoso” Oeste na terça-feira compreendo, a minha e dos amigos colunistas do blog, dificuldade em ver um horizonte para a nau cruzmaltina.

Um exercício de psicologia positiva, a tarefa do torcedor, nesta sábado, é pensar que dias melhores virão. Uma vitória simples colocaria o Vasco de volta ao G-4…da série B.

Juro que não é para deprimir os leitores, mas segue resumo extraído da reportagem do site Globo Esporte sobre o último treino comandado pelo nosso técnico para enfrentar o Naútico: Continuar lendo