“Quem não gostaria de jogar no Vasco?”

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Jô, o problemático jogador baladeiro, soltou a pergunta do título da coluna, quando indagado sobre as possibilidades de vestir a camisa cruzmaltina em 2015.

Por um lado, movido pela paixão nutrida pelo clube, e especialmente para as apostas anunciadas (Erick Luis, Bruno Ferreira, Jean Patrick e Lucas da Friburguense) não existe o que se discutir. O Vasco, por mais que as diretorias façam o esforço gigante, continua com uma torcida imensa e consequentemente uma boa exposição na mídia. Por mais que o salário em dia na Chapecoense seja um atrativo, jogar em São Januário ainda tem  diferença na carreira de um jogador.

Ao mesmo tempo, nota-se que conseguimos, com o discurso acima, apenas apostas e jogadores que são uma incógnita em relação ao rendimento em campo. Digo isso porque uma coisa é jogador no Macaé, Bragantino, etc. A responsabilidade e pressão de jogar no Vasco, especialmente no ano que já bate a porta, é muito grande. Há 12 anos sem ganhar o carioquinha além de contar com a desconfiança de sua torcida, a “reconstrução” do clube e do time em si não será fácil. Para você ver, caro leitor, até o ególatra Eurico Miranda concorda com tal fato afirmando que “o torcedor do Vasco tem que ter calma, paciência e a consciência de que o Vasco vai voltar a ser Vasco”.

Sinceramente, o histórico da diretoria não ajuda. A ausência de planejamento é uma marca da gestão 2001-2008. Vou torcer para Erick Luis e cia sejam craques de bola e arrebentem o estadual ganhando de forma invicta o campeonato. Porém, todavia, entretanto, não parece ser essa a realidade.

Uma coisa eu concordo com o Eurico. O que nos espera para 2015? Isso mesmo, esperar. Paciência redobrada e chá de camomila na veia. Caso, e estou batendo na madeira, as apostas não derem certo, não vamos culpar os jogadores, ok? A responsabilidade total é da diretoria. Como diversos erros no plantel da gestão Dinamite, não se pode esperar que um cabra recém saído da Luverdense seja o maior craque de bola. Espero que tenha sido feito uma pesquisa sobre as possibilidades de rendimento de cada boleiro. Não adianta reclamar depois.

A maior dúvida é a necessidade de contratar jogadores desconhecidos se temos uma base. Não seria o caso de apostar nos meninos de São Januário? Ao menos, acredito eu, que a torcida teria um pouco mais de compreensão, especialmente durante o carioquinha, torneio de péssima qualidade e importância pra lá de duvidosa no século XXI.

É a hora das apostas. Que vença o melhor. E que o melhor seja o Vasco. Que o próximo ano nos traga sorte e títulos, e que o trabalho bem feito esteja do nosso lado. Feliz 2015, vascaínos.

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2 pensamentos sobre ““Quem não gostaria de jogar no Vasco?”

  1. Concordo com a sua opinião, Dan. Em um passado recente a gestão Dinamite ou explosivo C4 ou Nitroglicerina, enfim, fez apostas tenebrosas e contratos muito suspeitos, por exemplo, Renato Silva, VÍTOR RAMOS, Wiliam Barbio (ainda está no clube, pqp!!!), Reginaldo, Robinho, entre tantas outras trevas.

    No mais, sugiro a você que coloque a tag “leia mais” nas suas colunas para que os leitores cliquem no título e aí sim compartilhem para os amigos.

    SV,

    Jonathas Thiago.

  2. Honestamente trazer jogadores meia boca, que não irão trazer nenhum benefício técnico ou tático é burrice, pois só irá inchar o elenco e tirar as oportunidades da garotada da base. Essa garotada que precisa de um campeonato chinfrim para pegar ritmo de jogo e entrosamento com os demais jogadores, para o que realmente importa que é o campeonato brasileiro.
    No que? Onde? Quando? Erick é melhor que Thalles ou Romário Correia? Richard e Econômicos são piores que Bruno Ferreira que só acertou dois cruzamentos em todo o campeonato?! Fala sério!!
    A diretoria está brincando com o torcedor e isso tem um custo gigantesco para o clube, que é a não capitação de novos torcedores!
    Uma coisa é fazer apostas em atletas que demonstram algum potencial e outra é apostar em cavalo manco!
    Reforços ridículos sendo contratados e pedem paciência. O eurico não mudou nada e vai fazer tantas cagadas for possível durante os próximos três anos. Afinal três anos não é tanto tempo assim para um torcida que esqueceu nos últimos 14 anos o que é disputar títulos e ter times competitivos que eram protagonistas. Hoje o Vasco é a sombra do que um dia já foi. Não passa de um coadjuvante fraco que luta para não cair ou para voltar à elite num ciclo vicioso de perebas, falta de empenho, de vergonha na cara e de um planejamento a médio e longo prazo.

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