Cada um no seu lugar

Vasco-Campeão-da-Copa-do-Brasil-2011Miranda; Horta, Godói, Zé do Táxi e Koehler; Brant, Angioni, Monteiro e Caetano; Isaías e Tadeu.

Dava um time de futebol e, se pesquisar com menos preguiça, chegamos a reservas e a uma respeitada quantidade para montagem de um elenco. O que eles fariam exatamente dentro de campo, não dá para saber. Fato é que esses nomes, juntos, com outros que aqui não constam, tem dominado excessivamente o noticiário sobre o Vasco de anos para cá.

Sou de um tempo em que falar de Vasco era falar de Geovani, Zé do Carmo, Mazinho, Romário, Tita, Bebeto, Sorato, Boiadeiro, Winck, Acácio, Alexandre Torres, Jorge Luís, Pimentel, Cássio, Luizinho, Leandro, Willian, Edmundo, Jardel, Bismarck, Valdir, Denner, Yan, Jean, Germano, Pimentel, Nelson, Evair, Odvan, Mauro Galvão, Pedrinho, Juninho, Euller, Brenner, e por aí vai. O juízo de valor sobre cada um desses nomes, e outros que você, amigo leitor, lembrou é de vossa responsabilidade. O que une todos dessa lista é o fato de serem, unicamente, jogadores. E como era bom quando as principais notícias sobre o Vasco eram sobre eles, os atletas, os “artistas do espetáculo”.

Nos últimos tempos, principalmente após as acirradas disputas entre Eurico e Dinamite – não por acaso, os dois piores presidentes do clube em todos os tempos – os nomes de dirigentes, gestores, treinadores e que tais ganharam uma evidência nauseante. E, de quebra, os nomes de jogadores são cada vez menos expressivos, cada vez menos identificados com o clube e, previsível, nomes que nos relegam a brigas menos nobres nas competições que participamos.

Eurico ganhou. Paciência. Não adianta mais falar sobre a minha descrença e essa palpitante certeza de que muito pouco mudará para melhor. Resta agora torcer fervorosamente para eu estar errado. Suplicar, dia após dia, para os integrantes do Casaca! calarem a minha boca com títulos, troféus e conquistas majestosas. Que os dirigentes voltem às suas salas e seus nomes aos bastidores. E que os jogadores voltem a ocupar o seu lugar de destaque nas manchetes, nos jornais e, fundamentalmente, em nossos corações.

Precisamos de menos chapas e mais “chapa-quente”.

Menos social, mais time.

Menos presidente, mais ídolo.

Menos vasco, Mais Vasco. Muito mais, por favor.

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Um pensamento sobre “Cada um no seu lugar

  1. Todo último parágrafo seu, faço-o meu!

    Que eu esteja muito errado quanto ao novo-velho presidente e que o clube volte às vitórias e aos títulos!

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