Questões sem respostas

vasco_questoesHoje é dia de enfrentar o Boa Esporte. QUEM?! B-o-a-e-s-p-o-r-t-e. Um time mineiro cujo maior feito histórico talvez tenha sido emprestar o Fracismar para o Vasco.

O ilustre desconhecido é sexto colocado na competição, nove pontos atrás de nós e chega à Colina com seis desfalques.

Daí, você olha a escalação do Vasco e se pergunta:

– O que leva o treinador a cogitar a possibilidade de atuar com três volantes diante desse adversário?

– Lorran é pior que o Marlon? Se for, nem renovem o contrato.

– Carlos Cesar é tão ruim a ponto de ser reserva de alguém improvisado em sua função de ofício?

– O André Rocha morreu?

– O que faz o Nei no Vasco? Se não for para jogar nunca mais por que não nos livramos em definitivo de mais um pagamento na folha salarial?

– Além de ser muito ruim tecnicamente, que crime Nei cometeu para nunca mais ter nenhuma chance? Ruim por ruim, o Marlon é no mesmo nível e segue titular.

– Nunca mais vamos permitir que Diego Renan nos convença que jogando em sua posição de origem, a esquerda, ele pode ser útil?

– Quando jogou, Maxi Rodriguez foi mais incisivo e deu mais esperança do que todos os seus concorrentes. Falta o que para começar jogando?

– Se Maxi não suporta os 90 minutos de jogo, não seria mais inteligente que ele começasse e saísse quando, supostamente, o Vasco já estivesse vencendo?

– Ou é mandatório o uruguaio só entrar pra tentar resolver quando tudo foi pro espaço?

– Por que Anderson Salles, zagueiro revelação do campeonato paulista, não tem chances nesse time que leva tantos gols?

– O Jomar morreu?

– Até quando vamos acreditar que o Montoya um dia vai jogar, na vida real, o mesmo que nos mostraram no YouTube?

– Por que promessas da base, como Jordi, Yago e Marquinhos, tem tanta dificuldade em obter oportunidades no time?

São perguntas que possivelmente seguirão sem respostas.

Virá mais um jogo, possivelmente mais uma vitória. Virá, tudo indica, o acesso à série A. Virá, quem sabe, até um incômodo troféu. As respostas, essas não virão.

E assim é o vasco de hoje. Mais nos interroga do que nos exclama. Mais angústia do que calma. Mais estresse do que prazer.

E o Vasco, quando volta? Aliás, e o Vasco, volta?

A essas questões, caro leitor, eu temo que a resposta seja exatamente a que não queremos ouvir.

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